Imagens que valem mais que mil palavras... para ver e refletir.
Publicado por
Maria da Luz Lopes
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012

ÀS FANTÁSTICAS MÃES (E PAIS) !
As palavras que mudam a sua vida… “O
seu filho tem autismo”. Elas ligam mães de uma forma que outras pessoas
não conseguem entender. Devido ao facto do autismo atravessar todas as
fronteiras sociais, económicas e culturais, as mães de crianças autistas
vêm de todos os países do mundo e de todos os percursos de vida.
Conheci mães no Facebook, em reuniões de apoio ao autismo e na escola.
Algumas são conhecidas, e outras sinto-me honrada de lhes chamar grandes
amigas. Sou atingida pelo amor que elas têm pelos seus filhos e
famílias, e sou continuamente inspirada por elas.
Desde
organizarem grupos de apoio a advogar em nome das nossas crianças,
estas mulheres são apaixonadas, destemidas e uma força a ser
reconhecida. Quando olho para mães de crianças autistas eu sei, é fácil
ver semelhanças, apesar das suas várias diferenças. Então minhas
Companheiras Mães de Crianças Autistas, aqui fica o meu top 5 de razões
pelas quais somos fantásticas: (ler mais em )
http://autismo-actividadesesugestoes.blogspot.pt/2011/12/as-palavras-que-mudam-sua-vida-o-seu.html
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Brincar para Crescer
206 páginas
Dimensões: 30cm x 22cm
Língua portuguesa
ISBN: 978-85-7782-079-5
Opiniões de quem conhece este livro:
“Brincar para Crescer é um livro imediatamente útil, prático e fácil de utilizar. Meu filho com diagnóstico de autismo frequenta uma escola de educação especial há vários anos. Eu sempre tive vontade de complementar a sua terapia e, mais importante, conectar-me com ele em nossa própria casa. Como não recebi treinamento em educação especial, eu não sabia como proceder. Eu observei os terapeutas trabalhando com ele, e também pedi conselhos aos educadores de sua escola, mas tive dificuldade de seguir os conselhos porque meu filho geralmente não queria fazer o que me havia sido sugerido. Quando encontrei este livro, fiquei muito animada. No início, o livro sugere atividades para ajudá-lo a manter-se concentrado como base para a participação em outras atividades no futuro. Então, idéias são oferecidas para ajudá-lo com sua rigidez de forma que ele queira brincar mais comigo. O aspecto mais importante deste livro é a ênfase em se trabalhar com as motivações específicas de sua criança. Se sua criança é fascinada por Barney e precisa de ajuda para falar de forma mais clara, há atividades que mostram a você como combinar Barney com a sua meta específica para falar de forma mais clara. O livro é claro, fácil de ler, e contém dicas úteis como listas de materiais e possíveis variações para as atividades. Este livro me ajudou a adquirir a habilidade para transformar a minha vaga meta de querer brincar com o meu filho em realidade. Eu agora me sinto empolgada cada vez que me sento com ele, pois sei o que fazer. Originalmente criado como um complemento para o Programa Son-Rise®, este livro é ideal para qualquer pai ou educador que deseje brincar com sua criança especial e precise de orientações concretas.”
Sandy Ross, mãe que aplica o Son-Rise, EUA
“Após ter participado em dois cursos do Son-Rise (Start-Up e Maximum Impact), eu voltei para casa transbordando de entusiasmo, praticamente incandescente com uma atitude positiva, e muito desejosa de passar horas com o Shmuel, meu filho de sete anos de idade. Eu conhecia as motivações do meu filho. Identifiquei quais objetivos eu queria ajudá-lo a alcançar. E Brincar para Crescer foi fundamental para direcionar o meu programa com perfeição. Quando decidi ajudar o Shmuel a fazer e responder a perguntas com ‘Por quê’, eu simplesmente localizei o estágio em que ele se encontrava neste livro bem organizado, e encontrei cinco atividades que lidam com essa habilidade. E como nos divertimos com Cenas Engraçadas! - o Shmuel quer brincar disso o tempo todo e em qualquer lugar.
As instruções detalhadas de Tali e Abby não deixam nada ao acaso. A lista precisa de materiais necessários, as possíveis variações, e as dicas para as atividades me ajudaram a manter o foco no quarto de brincar. A imensa variedade de atividades e comentários divertidos por todo o livro ajudaram a me manter motivada e entusiasmada. O grande amor de Tali e Abby transborda das páginas do livro. Eu posso ouvir as palavras de encorajamento e sentir a exuberância delas em cada uma das atividades. Qualquer mãe ou pai utilizando o Son-Rise, em qualquer nível de envolvimento, vai sentir-se altamente motivado ao utilizar este livro.”
Sara Leah, mãe que aplica o Son-Rise, Israel
Publicado por Paula Sofia
domingo, 3 de junho de 2012
ESTUDO SOBRE AUTISMO
Este artigo foi publicado na revista científica NEURON .
O autismo não é uma doença única – são muitas
doenças. E pode surgir devido a uma panóplia de mutações raras, que não são
herdadas do pai ou da mãe, surgem espontaneamente, num mínimo de 250 a 300
pontos do genoma, e afectam o desenvolvimento do sistema nervoso da criança,
adiantam três artigos científicos publicados hoje na revista Neuron. Estes
tentam avançar também com uma explicação para a desigualdade da doença
relativamente aos sexos, ao afectar quatro vezes mais rapazes do que raparigas.
Foram estudadas mil famílias que têm um filho
saudável e outro com uma das desordens do espectro do autismo – designação onde
cabem muitas doenças diferentes. Esta base de dados foi uma das novidades
metodológicas, sublinha um comunicado da Fundação Simons, a instituição
americana que a coligiu: a maioria dos estudos feitos até agora concentrou-se
em famílias onde mais do que um filho é autista, o que implica uma forte
componente hereditária. Se só um dos filhos é autista, a explicação genética é,
provavelmente, diferente.
Os cientistas concentraram-se assim na busca das
mutações genéticas que surgem espontaneamente nas crianças afectadas. Michael
Wigler, do Laboratório de Cold Spring Harbor, em Nova Iorque, um dos líderes da
equipa de investigadores, tinha desenvolvido a hipótese de que estas mutações
podiam estar na origem de pelo menos metade dos casos de desordens do espectro
autista. Algo de semelhante acontece com outra doença mental, a esquizofrenia.
Estas mutações de novo, ou espontâneas duplicam,
ou então apagam, segmentos de ADN do genoma (pense num romance em que são
apagadas aleatoriamente algumas linhas de texto, ou então repetidas outras
linhas, um certo número de vezes). Toda a gente tem alguns fragmentos de ADN
apagados ou repetidos; mas na maioria dos casos não afecta genes essenciais,
nem causa doenças.
Elas e as sinapses
Nestes estudos publicados na Neuron, os
cientistas descobriram muitas destas mutações em oito por cento dos irmãos com
autismo. Isto quer dizer que as mutações são quatro vezes mais frequentes nos
irmãos afectados do que nos saudáveis. Pelo menos 75 das mutações descobertas
pareciam prometedoras para a investigação e em seis delas é provável que se
façam descobertas interessantes.
Um dos estudos concentrou-se em tentar perceber
se estas zonas do genoma sugeriam alguma espécie de coerência, uma rede
funcional ou molecular. E, curiosamente, os resultados foram positivos, diz o
trabalho coordenado por Dennis Vitkup, da Universidade Columbia, em Nova
Iorque. “Esta análise dá uma boa base de sustentação à hipótese de que na
origem do autismo esteja a perturbação da formação de sinapses”, escreve a
equipa na Neuron.
As sinapses são os pontos de junção que permitem
aos neurónios comunicar entre si, trocando sinais químicos ou eléctricos,
transmitidos através das suas extensões, axónios e dendrites.
Será que as raparigas são mais resistentes às
desordens do espectro do autismo porque “atingem um certo número de marcos de
desenvolvimento cognitivo” mais cedo do que os rapazes?, lança a equipa de Wigler
na Neuron como hipótese. “Por exemplo, em geral, as meninas dizem as suas
primeiras palavras numa idade mais precoce. Um ritmo de desenvolvimento mais
rápido poderia reflectir uma robustez que protegesse o sexo feminino”,
escrevem.
O autismo é diagnosticado a partir dos três anos
de idade e o estudo revelou que, para que as meninas sejam afectadas pelas
mutações genéticas espontâneas, estas têm que ser muito maiores e têm que
atingir muito mais genes do que no caso dos rapazes (15 genes por mutação em média
para elas, dois para eles).
Além disso, quando as mulheres são autistas, é
mais provável que tenham uma forma severa da doença. Entre os homens, há mais
casos de pessoas que conseguem funcionar relativamente bem em sociedade, apesar
de sofrerem de uma desordem que afecta, precisamente, as suas capacidades de
relacionamento social.
Uma outra descoberta tem implicações curiosas
para o estudo da base genética do nosso cérebro social: algures no braço mais
curto do nosso cromossoma 7 fica uma região denominada “7q11.23″ que está
associada a uma doença chamada síndrome de Williams, que é o oposto do autismo:
faz com que as pessoas se tornem altamente empáticas e sociáveis, extremamente
sensíveis ao estado emocional dos outros. Isto, porque naquela região surgiram
mutações que fizeram surgir cópias extra do genoma.No caso das mutações
detectadas agora, associadas ao síndrome do espectro autista – em que há
dificuldade em comunicar com os outros e manter relações sociais, em termos gerais
-, faltam segmentos de ADN.
“Esta região do genoma pode tornar-se a Pedra de
Roseta para estudar o desenvolvimento do cérebro social”, tal como a célebre
pedra serviu para decifrar os hieróglifos egípcios, comentou Matthew State, da
Universidade de Yale, outro membro da equipa, citado num comunicado da Fundação
Simons.
Mas não é de esperar que deste estudo saia uma
“bala mágica”, um medicamento contra o autismo – porque não existe uma doença
única, ou um gene único que cause a cause. “A diversidade é tal que um único
tratamento visando uma forma específica do autismo pode não ter efeito sobre a
maioria dos casos”, explica Michael Wigler, citado pela agência AFP.
“Mas quando os genes com mutações relacionadas
com o autismo forem identificados”, disse ainda, pensando numa próxima geração
de tecnologia, “poderemos começar a pensar nos problemas específicos de cada
criança, e não em tratar vários problemas em conjunto.”
O autismo, que parece estar em crescimento – ou é
cada vez mais detectado, provavelmente -, afectando pelo menos um por cento da
população, está a assemelhar-se a outra doença da modernidade. “Uma
complexidade genética semelhante é aparente em muitos cancros”, sublinha a
equipa de Vitkup, que verificou se as mutações ligadas ao autismo teriam alguma
coerência funcional.
in revista “Neuron”.
Publicado por Paula Sofia
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Hiperatividade: desafios diagnóstico cura

Um artigo interessante para todos (pais, professores ed. especial e professores e do ensino regular), que se deparam, tantas vezes, com esta problemática.
Hiperatividade: desafios diagnóstico cura
Publicado por Paula Sofia
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Mary e Max - Síndrome de Asperger
Para que o possamos entender melhor...http://www.youtube.com/watch?v=P25ThFhmyGA&feature=related
Publicado por Vânia Figueiredo
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