domingo, 11 de janeiro de 2015
Inclusão
A nossa escola é inclusiva?
Vamos ver o vídeo e refletir.
Porque todos somos diferentes, ora vejam:
Como todos somos diferentes, vamos contar a história do nascimento de Jesus de outra foram (ver o anexo):
Download Livrinho de Natal
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Há por aí outro tipo de inteligência?
Cada
um de nós terá uma, duas ou três dessas oito inteligências, mais evidenciada,
e, é precisamente por isso, que cada pessoa é aparentemente mais dedicada ou
motivada para uma (s) área (s) em particular, em detrimento de outra (s).
Por este motivo, é oportuno abordar a
importância da Pedagogia Diferenciada
- um tema que deveria permear qualquer metodologia de ensino. Consiste em
reconhecer que todas as turmas têm alunos diferentes e que é preciso orientar a
ação pedagógica tendo isso em conta. Diferenciar é ensinar de modo a que cada
aluno esteja sempre diante de situações didáticas propícias para aprender. Isso
exclui aquelas que não trazem desafios e as que nos propõem uma missão fora do
alcance. O interessante é que a diferenciação é um conceito presente em muitas áreas.
E, dever-se-ia ter em conta que cada ser é único, por isso, as suas
aprendizagens atingem ritmos diferentes.
O Quadro, abaixo apresentado,
permite-nos compreender a complexidade da inteligência que não se resume, ao
quociente de inteligência (Q.I), isso, seria redutor. Cada um de nós, têm entre
uma a três destas áreas mais “apurada”, o que não significa que as outras não
existam, ou não possam ser também trabalhadas e melhoradas. Mas, explica o
facto de conseguirmos ser melhores numa área que noutra. O que não significa de
todo, falta de inteligência.
(Quadro I- As oito inteligências)
(Quadro II- Definição das múltiplas
inteligências)
Compreendemos que ao ter a noção da
teoria das múltiplas inteligências, podemos entender melhor a nós e aos outros,
e, naturalmente, sermos MELHORES pessoas, Melhores professores, Melhores pais,
e Melhores alunos.
Porque cada ser humano é igual a
si próprio e não é por ser mais brilhante numa área que noutra, que deixa de
ser inteligente, porque a inteligência felizmente, não se limita ao Q.I.
E, como a vida é feita de
descobertas, porque só assim, evoluímos,
Atreva-se… a Descobrir-se J
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
PARALISIA CEREBRAL
“Não há, não,duas folhas iguais em toda a criação.Ou nervura a menos, ou célula a mais,não há, de certeza, duas folhas iguais”António Gedeão
PARALISIA CEREBRAL
Definição
A paralisia cerebral é um termo que
designa um grupo de desordens não progressivas, que ocorrem nas crianças, cujas
dificuldades motoras se devem a uma lesão no sistema nervoso central.
França (2000)
Causas
•
“falta de oxigénio antes, durante ou após o
nascimento;
•
hemorragia no cérebro;
•
intoxicação ou envenenamento por álcool ou
drogas usadas pela mãe durante a gravidez;
•
trauma cefálico resultante do parto, de uma
queda, de um acidente de viação ou outro;
•
distúrbios metabólicos (por exemplo, icterícia
grave, baixos níveis de glicose);
•
infeções do sistema nervoso, como a encefalite
ou a meningite”.
Gersh (2007, p.22)
De entre as várias
características, Ferreira et al. (1999) referem três mais gerais. Assim, temos:
·
a incapacidade
motora – a reduzida mobilidade e as dificuldades de manipulação não permitem
construir um pensamento organizado e um adequado desenvolvimento cognitivo;
·
a incapacidade de
produzir fala articulada compreensível – constitui um obstáculo ao ensino e à
comunicação com o meio que rodeiam os alunos com esta problemática;
·
a presença de
défices sensoriais e percetivos – afetam consideravelmente a apreensão da
realidade.
Esta
deficiência afeta a atividade e participação de forma complexa: ao nível da
mobilidade, da realização motora das tarefas, da aprendizagem, do
relacionamento e comunicação com os outros e, por outro lado, ao nível da sua
autoimagem e autoestima.
Em idade escolar, a criança com
Paralisia Cerebral deve ser apoiada por um professor de Educação Especial cuja
função é desenvolver competências sociais e cognitivas. Ele deverá ainda
descobrir o tipo de aprendizagem subjacente às capacidades do aluno, por forma
a potencializar na criança as aprendizagens das interações com as pessoas e os
objetos. É também da competência do professor de Educação Especial o ensino de
formas de comunicação, de maneira a que a criança consiga comunicar as suas
necessidades.
Relativamente
ao Decreto-Lei que regulamenta a Educação Especial, Decreto-Lei nº3/2008, de 7
de janeiro, é referido que os apoios especializados podem abranger adaptações
de conteúdos e estratégias, mas também a utilização de tecnologias de apoio.
Considera-se
que as novas tecnologias são fundamentais na aprendizagem e recuperação de
alunos com necessidades educativas especiais, uma vez que facilitam a aquisição
de competências que as crianças não conseguiriam adquirir sem as ajudas
tecnológicas.
COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA – COMUNICAR
COM SÍMBOLOS
A Comunicação Alternativa e
Aumentativa é, por conseguinte, todo o tipo de comunicação que aumente ou
auxilie a fala.
De acordo com Costa e Correia (2009), o software
educativo “Comunicar com Símbolos” é um processador de texto e símbolos baseado
nos símbolos da Widgit, tendo sido
traduzido e adaptado para a língua portuguesa. Este software inclui mais de
10000 símbolos para a literacia da Widgit,
podendo ser aplicáveis a cor ou a preto e branco, e uma biblioteca organizada
por temas com mais de 1500 imagens e fotografias.
Imagem
1 – Página inicial do
software educativo
Este software pode ser utilizado pelos alunos com
recurso ao teclado, ou pelo docente, por forma a motivar a aquisição e
consolidação do mecanismo da leitura e da escrita. O educador ou professor tem
a possibilidade de produzir materiais de suporte pedagógico diversificados e
motivadores para os alunos com dificuldades de aprendizagem, podendo recorrer a
diferentes níveis de interface: do mais fácil ao mais complexo. Estes
interfaces são personalizáveis e adaptáveis às diversas situações,
Ao escrever o texto, surgem automaticamente os
símbolos correspondentes ao seu significado. É, pois, utilizada uma tecnologia
inteligente que analisa a gramática da frase, selecionando, de imediato e
corretamente, o símbolo que corresponde a essa frase ou expressão.
Simultaneamente, o programa dá a possibilidade de ouvir o que se escreve e de
utilizar o corretor ortográfico.
Imagem 3 – Atividade:
descrição física do Ricardo
A escola inclusiva, centrada na sala de aula como um
todo, promove a diversidade dos alunos e os ritmos e perfis de aprendizagem são
respeitados e tidos em conta na planificação e gestão do processo de ensino e
de aprendizagem. Cabe aos docentes experimentar e adequar estratégias de
intervenção e acreditar no potencial dos seus alunos.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
CORREIA, P. &
PINTO, T.
(2009). Comunicar com Símbolos – Manual de Utilização. Cnotinfor
FERREIRA, M. C. T. R.; PONTE, M. M. N. &
AZEVEDO, L. M. F. (1999). Inovação
Curricular na Implementação de Meios Alternativos de Comunicação em Crianças
com Deficiência Neuromotora Grave. Lisboa: Secretariado Nacional para a
Reabilitação e Integração de Pessoas com Deficiência.
FRANÇA, R. A.
(2000). A Dinâmica da Relação na Fratria da Criança com Paralisia Cerebral.
Coimbra: Quarteto Editora.
GERSH, E. (2007). O que é
paralisia cerebral? In E. GERALIS (org.). Crianças com Paralisia
Cerebral. Um guia para pais e educadores (pp 15-34). Porto Alegre: Artmed.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA ,PORQUÊ O TABÚ ?
O deficiente mental, como qualquer outro indivíduo, tem necessidade de expressar seus sentimentos de modo próprio e intransferível. A repressão da sexualidade, nestes indivíduos, pode alterar seu equilíbrio interno, diminuindo as possibilidades de se tornar um ser psiquicamente integral. Por outro lado, quando bem encaminhada, a sexualidade melhora o desenvolvimento afetivo, facilitando a capacidade de se relacionar, melhorando a auto-estima e a adequação à sociedade.
A discussão do tema sexualidade em nossa cultura vem acompanhada de preconceito e discriminação. Quando o tema passa a ser sexualidade no deficiente mental, o preconceito e a discriminação são intensificados e geram polémica quanto às diferentes formas de abordá-lo, tanto com os próprios adolescentes, quanto com suas famílias e na escola.
É importante lembrar que a sexualidade é uma função natural, existente em todos os indivíduos. Pode-se expressar no seu componente afetivo, erótico ou afetivo-erótico.
Clicando no link, poderá consultar livro referente a esta temática
Pdf Sexualidade na Deficiência
Publicado por :
Anabela Correia
Ana Paula Lopes
Magda Reis
Anabela Correia
Ana Paula Lopes
Magda Reis
do Departamento de Educação Especial do Agrupamento Gil Paes
terça-feira, 20 de maio de 2014
INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
" INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS"- O QUE É?
Denomina-se inteligências
múltiplas à teoria desenvolvida
a partir da década
de 1980 por
uma equipe de investigadores da Universidade
de Harvard,
liderada pelo psicólogo Howard
Gardner,
buscando analisar e descrever melhor o conceito de inteligência.
Gardner
afirmou que o conceito de inteligência, como tradicionalmente
definido em psicometria (testes
de QI)
não era suficiente para descrever a grande variedade de habilidades
cognitivas humanas. Desse modo, a teoria afirma que uma criança que
aprende a multiplicar números facilmente não é necessariamente
mais inteligente do que outra que tenha habilidades mais forte em
outro tipo de inteligência. A criança que leva mais tempo para
dominar uma multiplicação simples, (a) pode aprender melhor a
multiplicar através de uma abordagem diferente; (b) pode ser
excelente em um campo fora da matemática; ou (c) pode até estar a
olhar e compreender o processo de multiplicação em um nível
profundo. Neste último exemplo, uma compreensão mais profunda pode
resultar em lentidão que parece (e pode) esconder uma inteligência
matemática potencialmente maior do que a de uma criança que
rapidamente memoriza a tabuada, apesar de uma compreensão menos
detalhada do processo de multiplicação.
À
época, a teoria foi recebida com reações mistas pela comunidade
académica. Muitos psicólogos consideraram que existe uma diferença
entre o conceito de inteligência que não é suportado pela
prova empírica,
mas muitos educadores apoiaram o valor prático das abordagens
sugeridas pela teoria.
Publicado por :
Anabela Correia
Ana Paula Lopes
Magda Reis
Anabela Correia
Ana Paula Lopes
Magda Reis
do Departamento de Educação Especial do Agrupamento Gil Paes
sábado, 29 de março de 2014
ESTUDO sobre AUTISMO
O autismo tem aumentado exponencialmente por todo o mundo.
Os investigadores desdobram-se a estudar as possíveis causas deste aumento; julgam haver uma componente ambiental, dada a incidência desta perturbação em filhos de emigrantes da comunidade somali .
Uma teoria interessante, para refletirmos...
Publicado por Paula Sofia Profª Ed. Especial
Departamento de Ed. Especial - Agrupamento Gil Paes
quinta-feira, 20 de março de 2014
PALESTRA AUTISMO
O nosso Agrupamento é escola de referência para os
alunos com perturbação do espetro de autismo (PEA).
Em qualquer momento da nossa carreira docente poderemos
ser chamados a
trabalhar com estes alunos, pelo que importa estar familiarizado
com esta problemática.
Nesse sentido, o Departamento de Educação Especial
organizou uma palestra que terá lugar no dia
2 de Abril (Dia Internacional do Autismo),
como forma de sensibilização para esta problemática.
Esta ação é extensiva a toda a comunidade educativa e público em geral.
Contamos com a vossa presença.
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